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Astrônomos da NASA e Universidade da Pensilvânia mostram fotografias incríveis das nossas galáxias vizinhas

Mosaico com fotos em altíssima resolução mostram mais detalhes das Nuvens de Magalhães.

7 anos atrás

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A gente convive no mesmo bairro, no mesmo condomínio e não conhece os vizinhos, não sabe sequer o nome, até que alguma das partes resolve ter a brilhante ideia de olhar com mais carinho para os cidadãos que moram ao redor. Ou quando se descobre que aquele sujeito estranho era um terrorista. Ou quando se está precisando de açúcar e a vizinha é um doce, o que acontecer primeiro.

E foi justamente para tentar entender mais sobre as galáxias que estão próximas da nossa que os cientistas da NASA e Universidade da Pensilvânia se uniram. Eles criaram dois mosaicos gigantescos, mostrando detalhes das chamadas Nuvens de Magalhães. Apesar de receberem o título de galáxias anãs, ambas podem ser vistas a olho nu no hemisfério Sul do Planeta Terra. Nós fazemos parte do mesmo grupo, chamado Grupo Local, que contém 37 objetos reconhecidos, distribuídos em uma extensão de 4 milhões de anos-luz. O centro dessa bagunça toda fica entre a Via Láctea e a grande galáxia espiral de Andrômeda (M31 ou NGC 224).

O grupo de fotos que mostra a Pequena Nuvem de Magalhães (NGC 292) tem de 57 megapixels. Já o mosaico da Grande Nuvem de Magalhães ficou com singelos 160 megapixels.

O astrônomo Stefan Immler, responsável pela colaboração da NASA do projeto, disse que, com a montagem das fotos de altíssima resolução, é possível se ter um retrato do corpo principal da nossa galáxia e das Nuvens de Magalhães em comprimentos de onda ultravioleta. Com esta opção, as imagens revelaram cerca de 1 milhão de fontes de luz na Grande Nuvem e cerca de 250.000 no Pequena Nuvem.

Antes dos mosaicos, existiam relativamente poucas observações UV destas galáxias, e nenhuma em alta resolução por todas as áreas como um todo, então este projeto se torna a peça que faltava neste quebra-cabeça científico.” — Michael Siegel, cientista responsável pelo telescópio Óptico/Ultra-Violeta da NASA (Swift), que foi utilizado para capturar as imagens.

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As fotos e vídeos em alta resolução podem ser vistos no site do Goddard Space Flight Center, vinculado à Agência Espacial. Note que alguns dos arquivos podem chegar a 6 GB.

Fonte: NASA via Mashable.

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