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CD pirata nos EUA custa quase tanto quanto um legítimo no Brasil

Normalmente acostumados a processar adolescentes e velhinhas, a Recording Industry Association of America - RIAA (pronuncía-se 'satã') desta vez percebeu que seu inimigo não é quem não só não lucra com seus downloads como também não iria consumir toda aquela música, de qualquer forma.

O grupo que foi preso pela polícia

21/07/2007 às 11:29

Normalmente acostumados a processar adolescentes e velhinhas, a Recording Industry Association of America - RIAA (pronuncía-se 'satã') desta vez percebeu que seu inimigo não é quem não só não lucra com seus downloads como também não iria consumir toda aquela música, de qualquer forma.

O grupo que foi preso pela polícia de Riverside, California estava de posse de 2826 CDs piratas, com valor de mercado de US$36.709,00. O que dá um preço individual de US$12,98. Isso dá R$27,00 usando o Dólar paralelo.

Soltos sob fiança, os piratas serão indiciados em uma Lei da Califórnia que considera contravenção a venda de 100 ou mais cópias piratas de CDs ou filmes.

Curioso. Aparentemente a Lei foi criada para forçar os estúdios e gravadoras a ir atrás dos grandes piratas, e não do camelô que fica na ponta do negócio. É muito mais cômodo pegar o elo mais fraco, mas a longo prazo, como a política anti-drogas demonstra, não funciona.

O mais impressionante dessa história é, entretanto, o custo dos CDs brasileiros. Se as grandes lojas online promoverem frete grátis, podemos aumentar nossas divisas apenas exportando CDs. Podem ser caros demais para nós, mas não para a gringolândia.

Ou então percebem que essa disparidade é uma das maiores causas da pirataria, e repensam sua política de preços.

Fonte: SignOnSanDiego

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