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Psystar: agora, são os portáteis

30/10/2008 às 5:40

A Psystar quer ir mais longe que qualquer outra fabricante de clones Mac já foi: produzir notebooks.

A "saga" da fabricante-não-autorizada-rebelde já rendeu bons capítulos: um processo contra a Apple (acusando-a de "restrição anticompetitiva ao livre comércio"), um (óbvio) processo do pessoal do pomar com a acusação de violação da licença de uso do OS X, que só poderia rodar em hardware Apple e, há alguns dias, ambas as empresas decidiram tentar um acordo fora dos tribunais.

Agora aparece a notícia de que a Psystar estaria projetando um portátil capaz de rodar o sistema operacional da Apple (depois dos "patches"), "a um preço muito competitivo".

[modo Teoria da Conspiração on] Será que o tão aguardado MacPobre virá de um acordo com a Psystar? Cobrar uma pequena "taxa de legalização" ou, melhor dizendo, licenciar o OSX para produtos que não sejam concorrentes diretos, como notebooks e desktops "populares", permitiria um aumento da base de usuários da Apple e ainda terminaria a pendenga jurídica que, perdida, poderia abrir a porteira para um ávido contingente de fabricantes chineses.[modo Teoria da Conspiração off]

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