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Spore, mas pode chamar de evolução

29/05/2008 às 11:38

O processo evolutivo é algo muito interesante. Apenas através dele podemos entender porque uma baleia possui barbatanas que lembram membros ou porque um macaco não é tão inteligente quanto um ser humano (há controvérsias...). O que aconteceria então se um dos maiores gênios da indústria dos videogames resolvesse fazer um jogo baseado no Darwinismo?

Bom, a resposta será dada no começo de setembro quando a EA lançará Spore, a provável obra prima de Will Wright, o mesmo criador das séries Sim City e The Sims. E não é exagero pensar no jogo como uma das criações mais revolucionárias da história, não só do mundo dos games, mas da humanidade.

O conceito do game é dos mais simples e já foi tentado antes, contudo o futuro lançamento promete alcançar um nível nunca antes visto. A idéia principal é que o jogador comece controlando um organismo extremamente simples, algo como uma ameba e o faça evoluir. Simples não? Porém, em Spore tudo o que você fizer irá influenciar na forma como o ser irá se tornar.

No início você não poderá fazer muito mais do que se alimentar e só assim é possível tornar o organismo mais complexo. A cada nova geração será possível alterar algumas características da criatura até que ela possa ir para terra firme. A partir deste momento as coisas ficam mais complicadas e será possível formar tribos, cidades e até sair do planeta.

O jogo promete tanto que mesmo aqueles que não possuem muita familiaridade com os videogames está interessado no título. Basta pensar nas revistas científicas, professores de biologia, cientistas... Enfim, nunca o ser humano teve uma oportunidade tão boa de interagir com a evolução de várias espécies e se levarmos em conta o fato de que será possível visitar o mundo de outros jogadores e inclusive entrar em guerra com eles, este deverá ser o melhor e mais complexo simulador de vida que já vimos.

É claro que tudo o que eu disse até aqui foi uma forma bem resumida (e até burra) de descrever a magnitude do jogo. Spore é um daqueles jogos que nos proporcionam opções infinitas e que com certeza será melhor aproveitado por aqueles que gostam de se sentir o mais imerso possível em um game.

Confira dois vídeos, um mostrando a fase celular do jogo e outro mostrando a criatura já em sua fase terrestre.

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