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Qual o sentido em criar uma mulher-robô que não gosta de ser tocada?

01/06/2008 às 23:38

A ficção científica está cheia de roboas. A Pris, de Blade Runner, as cilônias de Galactica, a Maria de Metropolis e até a SuperVicky, se você for especialmente pervertido, e em comum todas elas (menos a Vicky, claro) o componente sexual era claro.

Homens são programados assim, está no nosso DNA. Pensamos sacanagem o tempo todo. Por isso não dá para entender o projeto desse tal de Trung Le, que apesar do nome é canadense, e traiu toda a tradicional perversão oriental, ao criar Aiko, uma roboa que não gosta de ser tocada.



Para piorar, Aiko só será atraente mesmo se você for um devotee, pois é uma espécie de Stephen Hawking de saias, presa a uma cadeira de rodas e com movimentação limitada, além de paralisia facial.

Ela em teoria fala, responde perguntas, faz buscas na Internet e ajuda o pessoal a se localizar. Mais ou menos como a secretária-robô do Edifício Baxter.

Na demonstração o tarado criador aperta o braço da máquina até que ela reclame. "está me machucando". Depois ele agarra com força o peito dela, que responde com um safanão, e diz "eu não gosto que você toque nos meus seios".

Sinceramente, um sujeito que cria um negócio desses precisa sair um pouco do laboratório. O trabalho está começando a afetar sua sanidade, se é que sobrou alguma.

Fonte: Geekologie

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