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Licenças por usuário fazem mais sentido ?

06/05/2008 às 23:46

Esses dias comprei uma licença para um software que para mim foi revolucionário, o Papers, que é um gerenciador de referências bibliográficas. Acontece que ele (como a maioria dos aplicativos) restringe o uso da licença a um único computador. Não há nada de errado com isso, mas eu fiquei pensando como as coisas vão mudando, e como as licenças também podem evoluir.

Para o mundo desconectado, onde cada usuário tem uma única máquina, a licença por máquina é perfeitamente aceitável. Mas eu tenho 3 máquinas que uso constantemente: o notebook, o desktop em casa, e o desktop no trabalho. Eu uso o software nos 3, e como meus arquivos são sincronizados entre eles, eu costumo trabalhar nos projetos em diferentes máquinas. Portanto o uso deste software, apesar de feito em 3 máquinas diferentes, é sempre pelo mesmo usuário.

Claro, existem as que permitem que um mesmo usuário abra o aplicativo em uma única instância, porém este tipo de licença somente existe (ainda) com os grandes fabricantes, como Adobe, por exemplo. Mas como estamos vendo cada vez mais o software como um serviço, eu gostaria de ter este serviço disponível onde eu estiver, bastando autenticar e usar. E com a Internet cada vez mais disponível, autenticar já não significa ter um servidor na empresa para gerenciar os usuários conectados.

Creio que no futuro pagaremos pelos grandes pacotes uma taxa mensal (ou anual) de uso, como uma assinatura mesmo. Será que pega ?

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