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Quando o uso de tecnologia estraga filmes

24/02/2008 às 21:01

Ontem passou uma reprise de Hulk, um filme que está cravado na minha memória como um dos piores usos de tecnologia gráfica nos últimos anos. O fundo do poço foram os poodles-mutantes: não há como assistir aquela cena sem soltar um PQP e questionar o bom senso dos roteiristas.

Um diretor obcecado com o mundo digital é o George Lucas. Usou e abusou de tal forma em Star Wars que os dois primeiros filmes teriam sido melhor vendidos como uma animação da Pixar do que como um filme. O Episódio II é basicamente um jogo de computador não-interativo: lixo total.

O uso de computação gráfica nos trouxe mundos como o do primeiro Matrix, um divisor de águas nos efeitos especiais. Mas outro dia assisti um filme de 1995, chamado Heat (Fogo Contra Fogo em português - valeu Dennes), com Robert De Niro e Al Pacino. Nele, uma cena de fuga, após um assalto a banco. A cena é considerada um dos melhores tiroteios criados até hoje. Sem super explosões, sem gente pulando de um prédio para outro, nada. Apenas uso de câmera, efeitos especiais pirotécnicos e uma cena bem executada e escrita. Confiram:

Computação gráfica e tecnologia são excelentes e hoje nos levam a outros mundos, tanto em filmes quanto em jogos, mas o uso abusivo atrapalha muito mais do que ajuda.

Fonte: Bicalho's Memory, Hulk assistido da TNT até o poodle mutante (pqp)

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