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Como economizar US$ 500 mil por ano destruindo o sonho da aeromoça gordinha

Tá ruim pra todo mundo, mas uma empresa aérea indiana está contando moedas. Vai contratar só mulheres pois são mais leves e isso economiza combustível.

03/07/2013 às 20:45

NFC

Eu sei, tecnicamente sou a parte discriminada na história (não por ser blogueiro, mas por ser homem) e um gênero inteiro está sendo preterido em troca de dinheiro, mas meu lado prático não deixa de admirar a iniciativa da indiana GoAir, mesmo que sejam fruto de desespero.

O mercado de empresas de aviação budget se mostrou bem menos lucrativo do que imaginado, custos de combustível atingiram níveis estratosféricos e o salário dos tripulantes não é proporcionalmente menor. As aeronaves estão sujeitas às mesmas exigências de fiscalização e as seguradoras não querem saber se o vôo é baratinho, mostre os certificados de inspeção.

Com isso empresas cortam lanchinho, cortam cerveja (maldição, TAM!) e regulam peso de bagagem ao ponto de você poder levar pouco mais que a roupa do corpo. Mesmo assim a GoAir foi além.

Decidiram que só contratarão agora tripulantes mulheres.

O racional é que elas são de 15 kg a 20 kg mais leve que os homens, e juntando um tantinho aqui, um tantinho ali, economiza-se combustível e no final do ano, US$ 500 mil em querosene deixaram de ser gastos.

Claro, isso dá a eles mais um motivo para cortar a onda daquela indiana gordinha serelepe que quer porque quer ser aeromoça, mas problema dela. Se vão cortar até o número de páginas das revistas de bordo, o que são sonhos em troca de uma boa economia?

Do ponto de vista de passageiro, gosto da idéia, é sempre agradável ser atendido só por mulheres, mas não acho que cheguem a tentar isso no Brasil. Rapidinho alguém acusará as empresas de homofobia…

Fonte: MOL.

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