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Conheça o ARAIG, um “exoesqueleto” para games

Empresa busca financiamento para o ARAIG, um colete que promete aumentar a imersão dos jogos ao oferecer vibrações para diversas partes do corpo.

07/06/2013 às 8:25

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Não é de hoje que eu ouço falar em coletes que visam aumentar a imersão do jogador e a última tentativa nesta área é o ARAIG (As Real As It Gets). Descrito por seus criadores como um exoesqueleto, a roupa nada mais é do que uma maneira de passar sensações através de vibrações, assim o usuário seria capaz de sentir no corpo o tremor causado pelas esteiras de um tanque ou até mesmo as gotas de chuva que caem sobre os ombros do personagem.

Lembrando a roupa futurista da série Crysis, o acessório conta ainda com microfone e caixas de som, e a promessa é de que funcione em qualquer console, podendo ser utilizado em qualquer tipo de jogo (mesmo sem suporte oficial da desenvolvedora) e se realmente conseguir entregar o que os idealizadores dizem, poderia proporcionar uma experiência fantástica se utilizado em conjunto com um capacete de realidade virtual como o Oculus Rift.

A gama de sensações é realmente interessante porque dá aos desenvolvedores a habilidade de fazer com que o impacto das armas sejam mais significativos, passar aquele sentimento de estarmos sendo puxados e dá a oportunidade de criar sensações que não foram bem representadas anteriormente nos jogos, como a sensação da chuva ou de um toque suave,” explicaram os criadores do ARAIG.

A expectativa da empresa responsável pelo ARAIG é que ele chegue ao mercado no final de 2014, mas para isso terão que conseguir levantar US$ 900 mil através de uma campanha no Kickstarter, porém, faltando 22 dias para seu término ela ainda se encontra abaixo dos U$S 90 mil.

Caso tenha ficado interessado em adquiri uma unidade, aqui vai uma informação que poderá te desanimar um pouco. No momento a opção mais barata para garantir o acessório sai por US$ 325 e como neste valor não estão incluídos os custo de envio ou os impostos que serão cobrados quando o brinquedinho bater em nossa alfândega, talvez seja melhor pensar se tanta imersão valerá o alto investimento.

[via The Next Web]

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