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E não é que melhoraram a Liberator?

Engenheiro aperfeiçoa a primeira arma produzida numa impressora 3D, adicionando um cano com estrias e melhorando sua estabilidade

21/05/2013 às 13:38

Lulz Liberator

Quando Cody Wilson liberou os esquemas da Liberator, ele esperava que como um projeto open source alguém poderia contribuir com o projeto, o aperfeiçoando ou até dando ideias que ele não teve. Um dos problemas verificados é que a arma não era muito resistente, se produzida conforme sugerido. Um engenheiro de Wiscosin identificado apenas como "Joe" testou e comprovou: a arma é frágil, o cano explodiu no primeiro disparo.

Além disso a impressora 3D usada no projeto original era muito cara (um modelo de US$ 8 mil) e a arma também não era precisa. Ele então resolveu esses problemas, usando uma impressora mais modesta (de cerca de US$ 1,7 mil) para produzir uma arma com plástico ABS mais resistente, adicionou parafusos para torná-la mais segura e imprimiu um cano com estrias (o que aumenta e muito a precisão). A arma, batizada ironicamente de "Lulz Liberator", custou apenas US$ 25 dólares e, segundo Joe, ela resistiu a oito tiros consecutivos, apesar de no vídeo abaixo ela disparar nove vezes, mas claro, o vídeo é editado:

Não há qualquer informação se o fato das estrias no cano fazem diferença ou não, até porque as coisas lá estão uma bagunça, desde o Departamento de Estado mandando tirar os esquemas da Liberator da internet até advogados querendo regular a venda de impressoras 3D. Enfim, essa história ainda vai longe.

Fonte: ET.

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