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De volta ao lado verde da força

Minha primeira experiência coma GeForce GTX 680, placa da nVidia que pomete melhorar muio o desempenho do meu computador.

08/04/2013 às 16:00

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É engraçado, por mais que eu não esconda ser uma pessoa que adora gráficos bonitos, se tem uma coisa com a qual nunca me incomodei foi em fazer atualizações constantes em peças do computador. Para mim, desde que o meu PC consiga rodar os games com uma qualidade parecida com a dos consoles já está muito bom e esse sentimento só se fortaleceu na atual geração, onde os games atingiram um nível visual que considero muito bom.

Por isso, há vários anos eu vinha me divertindo com a minha Radeon 4870, porém, de uns meses para cá comecei a sentir que a placa estava mostrando os sinais da idade e se eu pude conviver com ela apenas reduzindo a qualidade da imagem em alguns jogos, ultimamente a coisa começou a ficar crítica, beirando o insuportável.

O grande problema é que se na teoria aquela VGA seria capaz de aguentar vários dos jogos mais novos, muitos deles vinham apresentando um desempenho sofrível mesmo numa resolução 720p com tudo no mínimo e após alguma pesquisa descobri que a ATI havia descontinuado o suporte à série 4000 e se por um lado temos produtoras como a Capcom, que capazes de otimizar seus títulos mesmo para VGAs mais antigas, por outro temos o caso do Batman: Arkham City e do BioShock: Infinite, que devido as constantes travadas me fizeram desistir de continuar jogando.

Bom, a verdade é que minha configuração atual pode não ser a de uma supermáquina (Phenom II 955 Black, com 4GB de RAM), mas na maioria dos jogos ela se enquadra dentro do recomendado, exceto pela minha placa de vídeo e por isso decidi que iria começar meu próximo upgrade por ela e diante da indignação com o abandono das Radeons mais antigas, resolvi que estava na hora de mudar de lado.

Outro detalhe que sempre me chamou a atenção na família GeForce é o PhysX, tecnologia exclusiva das placas da nVidia e que deixa a física nos jogos muito mais realista e após esperar a chegada do novo brinquedo, aqui está o monstrinho, uma GTX 680, mas prefiro chamá-la de Balrog.

Então, como nunca gostei muito daqueles extensos textos comparando placas de vídeos a até por essa e a minha anterior estarem em gerações tão distantes, optei por contar aqui no Meio Bit a minha experiência com o novo brinquedo, contando como os jogos ficaram nela e o salto de performance que consegui, mesmo numa máquina um pouco mais antiga.

Como sou um pouco neurótico com instalações limpas do Windows, ontem tirei o dia para formatar o computador e não correr o risco de o driver de uma poder interferir no da outra, por isso ainda não tive a oportunidade de jogar nada, logo deixarei esse relato para os próximos posts. De cara me impressionei com o quão silenciosa é a VGA e como estava com medo da minha fonte Seventeam 450w não aguentar o consumo da GTX 680, tratei de investir numa um pouco mais forte, mas por enquanto a velinha está segurando o tranco.

Por hora deixo aqui um simples comparativo realizado no 3DMark e repare que se com a 4870 eu obtive 9595 pontos, com a GTX 680 consegui um desempenho mais de duas vezes superior, o que sugere que os jogos ficarão muito melhores, mas isso ficará para um próximo post.

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