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CEO da Insomniac diz que estúdio não liga para o realismo

Executivo da desenvolvedora afirma que a possibilidade de criar mundos inéditos lhes permite entregar jogos mais divertidos.

22/02/2013 às 10:00

dori_fus_20.02.13

Acho que posso dizer que passei a olhar com mais atenção para a Insomniac Games após jogar o primeiro Ratchet & Clank. O título que misturava plataformas com ação em terceira pessoal foi o responsável por me fazer voltar a gostar de jogos de aventura e de lá para cá gostei de tudo o que eles criaram, em especial a série Resistance. A ideia de misturar Segunda Guerra Mundial com uma invasão alienígena casou surpreendentemente bem e como eles provaram que poderiam nos proporcionar algo mais sério do que controlarmos um Lombax, comecei a criar uma grande expectativa em relação ao Fuse, próximo lançamento do estúdio, mas se você tinha alguma esperança de que o game penderia para o realismo, veja o que disse o CEO Ted Price:

Na Insomniac nós adoramos criar mundos que sejam diferentes. Isso não nos permite não ter nenhuma restrição que, digamos, os simuladores militares possuem. É por isso que surgimos com as Chimeras e a história alternativa no Resistance. É por isso que o Ratchet se trata de viajar sem destino por um universo construído e é por isso que o Fuse envolve um mundo que é muito Insomniac. É um mundo onde substâncias alienígenas deixam as armas mais fortes e você tem grandes sacos de dinheiro caindo no modo Echelon.

Coisas malucas acontecem nesse mundo e porque este é um mundo criado por nós, podemos abraçá-lo e não nos preocuparmos se as pessoas apontarem o dedo e disserem ‘Isso não parece realista.’ Nós não nos importamos. Estamos inventando, estamos nos divertido.

A única coisa que posso fazer é parabenizar a equipe da Insomniac, pois se eles estão se divertindo criando seus jogos, a chance de nos divertimos jogando aumenta consideravelmente e embora eu também goste de algo mais realista como um Operation Flashpoint ou nem tanto quanto um Battlefield, acredito que boa parte da graça dos videogames está justamente nas ideias absurdas que encontramos em muitos deles.

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