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Arábia Saudita lança campanha contra videogames violentos

23/07/2007 às 11:45

meiobit-911.jpg Aquela pérola do oriente, exemplo de paz, boa-vizinhança e democracia, a Arábia Saudita, voltou suas armas (com flores nos canos) contra os videogames, incluindo os que mostram combates entre forças dos Estados Unidos e a Al Qaeda. Elementos de segurança e da mídia irão alertar contra esses terríveis jogos violentos.

Tendo jogado Desert Combat, um excelente mod do Battlefield 1942 situado nos dias de hoje, reconheço o quanto é prejudicial esse tipo de jogo. Afinal, se as crianças sauditas começarem a se viciar nesse tipo de diversão, qualquer dia estarão explodindo embaixadas e jogando aviões em prédios, e ninguém quer que esse cenário improvável vire realidade.

Eu farei minha parte, nunca darei uma cópia de um jogo violento para uma criança saudita. Mas e o Irã? Recentemente anunciou com estardalhaço uma série de jogos anti-americanos, incluindo o popular "Resgate o cientista nuclear". (ok, eles não são muito bons com nomes)

Eu acho justo. Há tantos jogos do lado "de cá", vamos dar espaço pros "deles" também. Sem contar que o efeito-propaganda de qualquer jogo é nulo, se o jogador tem um mínimo de cérebro. Tenho um amigo que no Medal of Honor só joga como alemão e nem por isso é militante nazista, e no Desert Combat em prefiro os aviões iraquianos. O que não faz de mim um membro do partido Ba'ath.

Se o sujeito já é doido o bastante para vestir um casaco de C4 e explodir um mercado, com certeza não é por influência de um game.

Aqui uma ceninha de um jogo iraniano. Não se influencie 😉

Fonte: Game Politics

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