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Ouya não quer ser a casa da mãe Joana

15/02/2013 às 10:00

dori_ouya_11.02.13

Há alguns dias declarei aqui a minha preocupação com o Steam se tornar uma loja mais aberta e se a apresentação do Ouya deu a entender que a plataforma seria terra de ninguém, com todos podendo modificar completamente o console ou publicar qualquer porcaria para ele, saiba que não será bem assim.

A informação foi passada por Julie Uhrman, criadora do projeto que ao afirmar que darão espaço para todos os criadores de games, desde os grande estúdios até às menores equipes, deixou claro que os pedidos de inclusão na loja do videogame deverão passar por um processo de avaliação.

É parecido com o que temos nos celulares: As pessoas enviarão seus jogos e nós os avaliaremos para evitar violações de propriedades intelectuais, malwares e pornografia excessiva. Mas em última análise, será algo rápido e de uma maneira ou outra você estará na loja.

Outra característica que o Ouya pretende incorporar dos celulares são os lançamentos anuais, ou seja, a empresa espera lançar novas versões do console todos os anos, seja adotando processadores mais rápidos ou uma maior capacidade de armazenamento.

As dúvidas em relação ao sucesso do Ouya ainda são fortes e pode ser que o aparelho não passe de uma boa ideia incapaz de vender o suficiente para ser continuada. Eu mesmo cheguei a contribuir com o Kickstarter do projeto, só para depois cancelar minha participação, mas a curiosidade estava falando mais alto e ontem acabei comprando um (para desespero do Laguna). Na pior das hipóteses acho que terei uma bela central multimídia e um bom conjunto de emuladores ligado à TV.

[via Polygon]

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