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Reality Deck–Quase um Holodeck, melhor que um Dreamatorium

19/11/2012 às 4:41

dreamatorium

Não é todo dia que surge tecnologia capaz de impressionar um Dr Doom ou um Tony Stark da vida, mas o Reality Deck, projeto da Universidade Stony Brook, em NY, cumpre esse objetivo.

Saído do QG de um Ozymandias da vida, o Reality Deck não é um telão. Não é uma sala de “realidade aumentada” com um projetor safado mostrando um vídeo de um PC qualquer.

O projeto é o resultado de uma verba de US$1,4 milhões da Fundação Nacional de Ciências, suplementada com US$600 mil da própria Universidade, usados para criar um sistema de visualização de Big Data. Depois de dez anos de pesquisa, inauguraram dia 15 de Novembro A Sala.

São 3 paredes, com 10 metros de largura na maior, 5,8m nas laterais e 3m de altura. Essas paredes são compostas de 415 telas de alta resolução independentes, em um total de 1,5 Gigapixels. Em volta, 4 subwoofers e 22 alto-falantes completam a ambientação.

Isso tudo não está ligado em uma placa Trident da vida, mas em um cluster que totaliza 240 núcleos de CPU, 2,3 Teraflopts de performance e 1,2TB de memória distribuída. A pauleira gráfica é por conta de 80GPUs, totalizando 220 Teraflops e 320GB de memória gráfica.

O resultado é que esse bicho consegue mostrar em tempo real imagens de 45 Gigapixels, modelos de arquitetura com 40 milhões de polígonos e –dizem- roda Crysis em modo médio-alto.

Esse eye candy todo, claro, não é pra jogos e filmes educativos, como o pessoal do turno da noite COM CERTEZA bota pra rodar no Reality Deck, mas para visualização dinâmica de modelos meteorológicos, cartografia, astronomia e muito mais. Fora aplicações militares, claro.

Fonte: GM

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