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Tripwire defende a criação de mods nos jogos

12/10/2012 às 10:10

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De todas as qualidades que os jogos para PC possuem, uma das que mais me agrada é a possibilidade de criarmos modificações. Além de adicionarem conteúdo ao jogo original, podendo aumentar consideravelmente sua vida útil, muitas vezes os mods corrigem erros ou até mesmo fazem com que algum título rode em máquinas mais novas, mas mesmo com tantas vantagens, há empresas que não permitem que seus games sejam alterados.

Se você acha essa “censura” uma tremenda estupidez, veja só o que pensa sobre o assunto Alan Wilson, vice-presidente da Tripwire Interactive:

Porque você impediria as pessoas de modificarem seus jogos? Porque impedir as pessoas de serem criativas com o seu material? Veja como o DayZ chamou a atenção de todos, por exemplo. O ArmA 2 está na lista dos dez mais vendidos no Steam pelos últimos quatro meses devido a o que um dos funcionários fez para se divertir nas horas vagas.

Honestamente, nós não vemos nenhuma desvantagem em permitir que as pessoas modifiquem um jogo. Eu nunca entenderei o motivo das companhias impedirem as pessoas de fazerem essas coisas.

É verdade que Wilson advoga em causa própria, já que o seu estúdio nasceu exatamente com a criação do Red Orchestra: Combined Arms, uma modificação para o Unreal Tournament 2004 que foi premiada em um torneio organizado pela nVidia e que acabou se tornando um jogo próprio.

Recentemente a empresa viu o seu Killing Floor passar a ser suportado pelo Steam Workshop, área do serviço de distribuição voltado à divulgação de mods e o mesmo acontecerá com o Red Orchestra 2, mostrando que de fato a Tripwire enxerga nessas modificações uma ótima maneira de conquistar novos jogadores e será que alguém não aprova a atitude deles?

[via PCGamer]

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