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Celular 3D? Sei não…

Thássius Veloso

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São Paulo — Enquanto algumas empresas apostam em visor touch que sente enquanto o usuário passa o dedo a alguns milímetros da tela e outras apostam em visores de altíssima densidade de pixels, a LG vai por outro caminho e diz que a próxima grande tecnologia será o 3D.

É assim com o smartphone LG Optimus 3D Max, que foi apresentado num evento ocorrido na semana passada. Abaixo você vê o vídeo de demonstração do aparelho gravado por mim.

Eu me pergunto se realmente o 3D é suficiente para vender um celular. Devo confessar que, para mim, ainda não há uma experiência completa de imersão nas três dimensões em um celular. Aliás, poucas são as televisões que conseguiram tirar um suspiro de mim nesse quesito. Na verdade, uma só: da mesma fabricante do Optimus 3D Max, exibida durante um evento em São Paulo. Foi a primeira vez que um 3D de televisão me convenceu. Fora ela, somente nos cinemas.

Considerando o preço que a LG cobra de seus produtos da linha premium, a tal televisão — não me recordo o modelo — deve aparecer por aqui custando uns bom mil reais. R$ 4 mil, de acordo com algumas pessoas ligadas à companhia. Um valor bastante elevado para este pobre escriba. Sim, é um aparelho com tecnologia de LED impressionante. Mas orçamento é orçamento, como todo mundo já tomou ciência. Não pode gastar além da conta.

O Optimus 3D Max (do qual falei antes) tem processador dual-core de 1,2 GHz e memória RAM na casa de 1 GB. Ainda que rode o Gingerbread, versão mais atrasada do Android, apresenta ainda assim uma boa plataforma móvel. Conta com diversos aplicativos desenvolvidos pela LG para apresentar conteúdo em três dimensões. Tudo isso por R$ 1.899 (preço sugerido informado pelo fabricante). Ou seja, a companhia vende o pacote completo, com exceção do conteúdo nesse formato.

Para você o 3D é um diferencial na hora de comprar um celular? Essa é a pergunta que as empresas interessadas nessa tecnologia têm que responder. Os consumidores têm interesse nesses produtos?