Mal começamos um novo ano e já nos aparecem rumores relacionados à Apple. Aqui no TB nós temos o hábito de publicar aqueles mais verossímeis ou então os mais absurdos, sempre apontando o que pensamos dos mesmos. Pelo que tem circulado na mídia especializada, dessa vez a Apple está preparando um evento no fim do mês em Nova Iorque. Seria sobre mercado editorial.

Nada de novos dispositivos, portanto. No evento não confirmado, o executivo Eddy Cue ficaria responsável por fazer as honras da casa. Cue responde por serviços online, tais como App Store e iBookstore, além do iCloud. Além disso, permanece sob comando dele toda a parte de iAd, os anúncios que a Apple oferece em dispositivos móveis – a propósito, faz tempo que eles não comentam o assunto.

Por enquanto o que se espera do evento são novidades relacionadas a livros. O aplicativos de leitura de livros no iOS recentemente passou por pequena atualização, na qual nenhum novo recurso pintou da forma como se espera. Também tem muito tempo desde que a Apple fez qualquer anúncio relacionado ao assunto. Desde então não temos oficialmente comunicados falando sobre a chegada de novas editoras ou selos à loja virtual de livros.

Loja de livros na iTunes Store

No TechCrunch eles confirmaram que os anúncios serão pertinentes a ebooks.

Além da chegada de mais editoras, não consigo pensar em nada grandioso para essa seara dos negócios da Apple. Talvez um grande acordo para distribuir livros de editoras americanas internacionalmente sem negociar com escritórios locais (algo bastante improvável, eu sei, mas estamos no campo dos palpites).

Algo que eu particularmente gostaria de ver no iPad é o empréstimo de livros. O simples ato de repassar um livro a um amigo é tão comum na vida cotidiana, porém tão difícil no meio eletrônico.

Na semana passada circulou o rumor de que a Apple lançaria não um, mas dois modelos do iPad também em janeiro.

Com informações: Apple Insider, TechCrunch e Wired.

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Guilherme Macedo C.
Livros não pagam impostos, então me parece mais um exemplo do "lucro Brasil", principalmente qdo se vê que a livraria e distribuidor ficam com 55% enquanto o autor fica com 10 (ou menos).
Scott
São divididos entre editora, autor, distribuidor e livraria. Tem nessa matéria da revista Superinteressante (é de 1995, mas né. As editoras não esclarecem nada mesmo e isso me pareceu uma fonte confiável): papel - Menos de 5% editor - Cerca de 25% autor - De 7% a 12% (mas 10% costuma ser o padrão) gráfica - Cerca de 8% distribuidor - Cerca de 15% livraria - 40%
Luandersonn
E quais seriam os outros 90%??????????????
Thiago Leite
Tenho dúvidas sobre isso. Mas acho que a maior fatia do valor da produção de um livro seja o que o Guilherme citou, impossível isso ser baixo!
AyslanDielf
De jeito nenhum. Acredito que eh igual aos carros aqui no Brasil, o valor deles são superfaturados, todo mundo reclama, mas continuam comprando e quebrando recordes e mais recordes, o mesmo deve se aplicar a livros, se você pagava R$150 por um livro, o e-book desse mesmo livro custará os mesmos R$150, pq se você ja pagava pelo o fisico eles impõe no e-book e continuam comprando, entao pq baratear se os lucros aumentaram? Achismo meu, portanto, posso estar errado.
Gaba
Hã????
@GuiHarrison
Esses custos que você citou devem ser uns 10% do valor total de um livro.
Guilherme Macedo C.
Só me pergunto uma coisa sobre livros eletrônicos: pq o preço é tão alto? Pense só. Livro eletrônico não tem custo de impressão (papel, tinta, serviços de gráfica em geral), não tem custo de armazenagem em local físico, não precisa de logística de distribuição, não tem gasto de transporte e ele é infinito. Não precisa reimprimir. Exitem livro digitais que são mais caros que o impresso! :O
Scott
Não sei como funciona hoje na App Store, mas eu não me surpreenderia se a Apple aparecesse com algo como o Kindle Direct Publishing.