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Apple explica o que pode e o que não pode no iCloud para Brasil

Thássius Veloso

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A empresa fundada por Steve Jobs sempre faz isso: anuncia novos produtos e serviços detalhando cada mínimo detalhe de seu funcionamento fantástico. Muita gente, inclusive no Hemisfério de cá, fica babando pelas novidades. Eis que, quando finalmente o produto ou serviço fica disponível – normalmente para compra –, a gente descobre que certas especificidades valiam apenas para o maravilhoso território dos Estados Unidos da América.

Para evitar confusão e frustração, pelo menos com o iCloud a Apple fez o favor de publicar em seu site uma lista com as funcionalidades que estão ativas ou não em cada mercado no qual a companhia mantém uma loja iTunes Store em funcionamento.

Página atualizada em 22/12/2011

Está na dúvida se esse ou aquele recurso vai funcionar na loja para Argentina na qual você tem uma conta clandestina para baixar jogos? A tal página explica. Na loja argentina e em todas as outras. Bem prático.

Falando de Brasil, eis o que está disponível naquilo que a Apple chama de “iTunes in the Cloud” (pelo que eu sei não se deram o trabalho de traduzir em pt-br): músicas, videoclipes, aplicativos e livros. Apenas programas de TV/seriados ficam de fora da loja brasileira e do serviço de backup da Apple na nuvem. No caso de músicas, apps e livros a companhia salienta que dá para ativar os downloads automáticos em outras máquinas de conteúdo comprado na iTunes.

Infelizmente nem tudo são flores. A mesma página não deixa dúvida: nada de iTunes Match, o serviço de backup de músicas da Apple, para os pobres brasileiros com conta na iTunes Store Brasil. O curioso é que a assessoria de imprensa da Apple no Brasil confirmou a chegada do iTunes Match por aqui pelo preço de 25 dólares anuais.

Com informações: Wired
Atualizado às 12h50