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Facebook Open Graph: bem mais que “curtir”

Thássius Veloso

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Os anúncios do Facebook feitos durante a conferência ‘f8‘ não se resumem à Timeline (ou Linha do Tempo), para visualizar o que de mais importante o sujeito publicou ao longo de sua história na rede social. Outra importante novidade são as melhorias no protocolo Open Graph, que permite que os cadastrados no Facebook interajam com os mais diversos objetos.

Como você sabe, o Facebook atualmente só permite uma ação — o “curtir“. Não importa se você está vendo uma foto, uma publicação, ou ainda recomendando que seus amigos assistam a um filme sensacional. Qualquer ação que você fizer na rede social utiliza o verbo “curtir como parâmetro”.

"Curtir" e muito mais

A atualização do Open Graph altera essa dinâmica profundamente. O botão “curtir” dava a entender que o usuário estava recomendando aquele conteúdo, mas nem sempre é assim. Quando você inicia uma partida de Gears of War 3 no videogame, não está curtindo o jogo, mas jogando. Isso vai se refletir nas mudanças do Facebook, que ganha novos verbos para designar essa ações diferentes do “curtir”.

Boatos davam conta de uma nova tecnologia para socializar filmes e séries dentro do Facebook. Agora a coisa está bem mais clara: a rede social aceitará em breve que os usuários sinalizem mais claramente qual é a relação deles com o objeto que, de certa forma, está sendo recomendado nas atualizações publicadas.

As ações previstas pelo Open Graph (assistir, ler, ouvir etc) vão aparecer no Ticker, aquela coluna na lateral direita do site que ora vem, ora desaparece. Lá será a área para atualizações automáticas publicadas por aplicativos (o Open Graph é focado principalmente em apps de terceiros). Enquanto isso, atualizações mais importantes vão aparecer na lista de “Mais recentes” e “Principais notícias” da capa do Facebook.