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Linux Mint: baseado no Ubuntu 11.04, mas sem Unity

Paulo Graveheart

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Mantendo a tradição de liberar um novo release poucas semanas depois de uma nova versão do Ubuntu, a distro Linux Mint anunciou recentemente o lançamento da versão RC (Release Candidate) do Linux Mint 11. Fãs do GNOME podem ficar felizes, já que o Mint usará o gerenciador de janelas como padrão, em vez do Unity.

Linux Mint 11: GNOME no lugar do Unity

Com o codinome “Katya” (os releases do Mint recebem nomes de mulheres, seguindo a ordem alfabética na primeira letra), o Mint 11 manteve o visual mais clássico, fugindo do Unity da Canonical e do GNOME 3 (diferentemente do que havia anunciado faz alguns meses). Uma ótima decisão, já que é visível que ambos gerenciadores de janela ainda precisam de alguns ajustes. No lugar deles, entra a versão mais atual do GNOME 2 (versão 2.32.1).

Assim, apesar de vários programas terem recebido atualizações, o Mint no geral fica com o mesmo aspecto visual das releases anteriores, mintMenu e os ícones basicamente iguais.

Mas há mudanças importantes! O OpenOffice.org sai de cena e dá lugar ao LibreOffice, e o Banshee vira o novo tocador de mídia, substituindo o Rhythmbox. Além disso, o F-Spot foi substituido pelo gThumb como o aplicativo padrão de imagens, e o Gwibber não é mais instalado por padrão.

O Linux Mint é uma alternativa interessante ao Ubuntu, trazendo já na instalação padrão suporte a diversos tipos de mídia, plugins comuns para os navegadores (como flash e java), suporte à exibição de filmes em DVD, e outros componentes que normalmente precisam ser instalados no Ubuntu. Você pode baixar a versão RC direto no site da distro, e existem versões tanto para 32-bit quanto para 64-bit.

Com informações: Softpedia.