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iPad 2 não chega ao Brasil nessa sexta-feira

Thássius Veloso

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Nesse momento, redatores de veículos de comunicação ao redor do mundo estão comemorando. O iPad 2 vem aí, aquele produto revolucionário que mais uma vez dá á Apple um diferencial único no mercado de tablets. Enquanto isso, cá no Brasil, cabe a nós dar a não-notícia: o iPad 2 não começa a ser vendido nessa sexta-feira.

O produto é 33% mais fino e 15% mais leve — ele está quase chegando à marca de apenas meio quilo — que o iPad original, aquele que virou velharia no exato momento em que Steve Jobs revelou as novidades da segunda geração do tablet. O visor continua o mesmo, bem como a promessa de 10 horas de uso da bateria sem precisar recarregar.

Consumidores americanos tiveram acesso ao iPad 2 em 11 de março, faz duas semanas. Reza a lenda que o produto esgotou-se em diversos pontos de venda, sendo que essa situação deve continuar assim ainda por algum tempo.

Smart Cover usa magnetismo para fixar-se junto ao corpo do iPad 2 (imagem: divulgação)

Agora é a vez de mais 25 países receberem o produto. São eles: Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Luxemburgo, México, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Suécia e Suíça. O preço sugerido, que deve ser convertido para as moedas locais, é de US$ 499 para o modelo Wi-Fi de 16 GB.

É bom observar que o Brasil não é o único país cujo desprestígio afasta a chegada do iPad 2. Fora alguns mercados desenvolvidos e países secundários do continente europeu, só sobra o México na lista. Naturalmente, os mexicanos têm acesso ao tablet por estarem tão próximos dos Estados Unidos e também devido ao acordo de livre comércio que funciona a plenos vapores na América do Norte.

Tanto o Brasil como Rússia, Índia e China que compõem a tropa de choque do desenvolvimento econômico mundial, parecem estar longe de receber o iPad 2. Na China, as vendas do aparelho estão confirmadas apenas para a Hong Kong, uma região administrativa independente (ou quase isso)  do governo ditatorial, a partir de abril. O mesmo vale para Singapura, Coreia do Sul e “países adicionais”.

Seria o Brasil um desses “países adicionais”? Resta-nos aguardar. Abril está logo ali.