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E se Steve Jobs não voltar à presidência da Apple?

Thássius Veloso

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É claro que todos nós estamos torcendo para que Steve Jobs consiga se curar prontamente do que quer que o esteja impedindo de liderar a Apple. Enquanto isso, Tim Cook faz o papel de chefe interino da companhia, com direito a lançamentos do iPhone 4 para rede CDMA e do The Daily, o primeiro jornal exclusivamente para iPad.

Mas e se Jobs não puder voltar ao cargo de CEO?

Steve Jobs

O poderoso chefão

Um dos acionistas da Apple levantou essa questão ao requisitar que a empresa prepare um plano de sucessão para o CEO. Seria uma documentação com procedimentos para que um novo presidente seja escolhido caso o atual não tenha mais condições de assumir o posto.

Nesse documento, a Apple teria que informar como é o processo de escolha de um novo CEO, quais são as etapas para isso e quais executivos poderiam ocupar o assento de Steve Jobs. Não preciso nem dizer que a empresa foi contra essa ideia, certo?

Tim Cook: aprendiz de feiticeiro

Embora essas informações sejam tratadas quase como segredo de estado, a Apple solicitou aos seus acionistas que votem contra um plano de sucessão de CEO durante o próximo encontro anual de investidores, que acontece em 23 de fevereiro. Um dos principais motivos para essa orientação é que, ao listar possíveis CEOs, a empresa estaria dando de bandeja uma lista com o nome dos melhores executivos da casa para a concorrência. Daí até começarem as propostas milionárias é um pulo.

Sem falar que os próprios executivos teria noção de sua cotação no mercado interno da Apple. Se um diretor está longe de ser presidente da companhia, por que continuar lá? Ele poderia muito bem aceitar uma proposta melhor, em vez de continuar nutrindo esperanças de algum dia controlar os rumos da maçã.

Toda essa história tem em vista o incógnito estado de saúde de Steve Jobs. Tudo o que sabemos é que ele entrou em licença médica em 17 de janeiro. E só.

Com informações: Bloomberg.com.