Um grupo de bilionários da tecnologia anunciou na terça-feira a criação de uma empresa chamada Planetary Resources Inc., companhia que pretende enviar robôs ao espaço para explorar os metais preciosos que existem nos asteroides que orbitam próximos a Terra. “Um negócio de trilhões de dólares que poderá pavimentar o caminho da humanidade para a conquista do espaço”, nas palavras do próprio empreendimento.

“Os recursos naturais da Terra são escassos frente a variedade que existe no resto do sistema solar”, explica Eric Anderson, um dos fundadores da Planetary Resources, à Wired. Aproximadamente 9 mil asteroides de até 45 metros de diâmetro orbitam ao redor da Terra, e alguns deles carregam mais platina do que é extraída no planeta durante um ano inteiro.

A platina é um metal precioso, tão valioso quanto o ouro, amplamente usado na medicina, eletricidade e que tem o potencial de alimentar uma nova geração de células de energia. Assim, cada asteroide pode valer algumas dezenas de bilhões de dólares por aqui.

A tecnologia que a Planetary Resources quer usar para conquistar o espaço ainda não existe, mas está em desenvolvimento. Nos próximos “18 ou 24 meses” a companhia quer lançar telescópios em órbita para procurar por potenciais fontes de metais preciosos no espaço. Em sete anos, o empreendimento planeja enviar a primeira nave ao espaço para procura de veios de metais, a um custo que varia de 25 a 30 bilhões de dólares por missão.

A última fase, mais complicada, prevê o envio de robôs aos asteroides para mineração e refino dos metais, em naves que deverão ter a capacidade de decolar e voltar a Terra diversas vezes.

Viagem na maionese, pegadinha de primeiro de abril? Por mais ambiciosos que sejam os planos da nova empresa, sabe-se que entre seus investidores há vários figurões do mundo da tecnologia, como Larry Page e Eric Schmidt, do Google, o ex-chefe de arquitetura da MS, Charles Simonyi, o investidor Ross Perot Jr, e o diretor de cinema James Cameron.

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Guilherme Macedo C.
Vc realmente se deu o trabalho de ler? Leu as fontes? Leu do que se trata? Realmente vc acha que isso tudo fui eu que inventei e estou no meio de um complô internacional e minha suposta "birrinha" com a Microsoft influenciou meio mundo? Vc acha q realmente o assunto é bobo o suficiente e a vida das pessoas não vale nada a ponto de serem ignorados só pq vc não vai com minha cara?
Yuri
Não use palavras difíceis para dizer algo tão simples: Você odeia o Bill e fica difamando ele em bloguinho meia boca. As únicas fontes confiáveis em sua "matéria" são esplicando o que as empresas fazem, as fontes que ligam elas à MS são extremamente duvidosas. Desonestidade é foda, dá até pena saber que a comunidade de softwares livres tem representantes tão baixos.
Guilherme Macedo C.
Fonte duvidosa? Vc realmente leu? Vc realmente sabe do quão sério é isso tudo? Realmente o fanboy sou eu? Ou é alguém que não quer ver o que está na frente dos olhos, mesmo que isso custe a vida e o futuro de milhões de pessoas? Quem acha que o assunto é bobo ou tem uma índole deturpada ou é Poliana nível 100.
Yuri
Tinha que ser blog de fãboy de Linux, cheio de acusações sem base, com fontes tão duvidosas quanto o artigo. Mas isso é normal, tem gente que não aguenta ver que outra pessoa é melhor no que faz, seja ajudando as pessoas ou ganhando rios de dinheiro, e parte pra difamação mentirosa.
Thiago
antes disso vão de achar ruínas alienígenas em marte, com um monte de tecnologia "dando sopa"
@mos_axz
É quase o inicio da história de Total Annihilation isso ai...
Tiago Gabriel
Fiquei pasmo com essas informações, a lista de parceiros da fundação do tio Bill é mais suja do que pau de galinheiro, e com isso os resultados humanísticos são anulados pelas práticas nocivas dos parceiros.
Tiago Gabriel
Ao infinito... E além!
Tiago Gabriel
Claro! o James Cameron quer realizar seu sonho de viajar de verdade para pandora. kkkkkkkkkkkkk
Guilherme Macedo C.
Bill Gates tem um jeito bem peculiar de ajudar o mundo: http://sinapseslivres.com.br/2012/02/bill-gates-como-ajudar-o-mundo-de-maneira-errada/
Guilherme Macedo C.
Não só pela raridade, mas suas propriedades fisico-químicas. Seria interessante ter mais disponível mesmo que isso faça o preço cair.
Felipe Marinho
Levando em conta o prazo de 7 anos para começarem as primeiras missões de exploração, daqui pra frente (digo 20 anos) a corrida pela exploração espacial vai estar um tento "concorrente" e a empresa com certeza vai ter mais experiência e confiabilidade, sem contar que os recursos do planeta vão estar ainda mais escaços... na minha opinião vale muito a pena esse tipo de investimento. :)
@AntonioVeras
Aproveitando, poderiam retirar o lixo espacial de lá também.
@AntonioVeras
Ia ser bacana viver como um Maia. kkkkkkkk
Yangm
Pelo menos isso... não consigo ver bons motivos para isso.
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