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Nintendo vai criar consoles voltados para mercados emergentes

Giovana Penatti

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Fechando o terceiro ano fiscal consecutivo com prejuízo, a Nintendo sabe que precisa repensar sua estratégia com urgência para salvar suas finanças e se manter relevante no mercado de games, e já está se articulando para isso. A empresa japonesa anunciou que irá criar uma nova “categoria” de consoles: os voltados para mercados emergentes.

Em vez de investir na reutilização de hardware já existente ou fazer versões mais baratas do que já existe, a proposta é criar do zero esses novos consoles. Até então, quase todos os consoles da Nintendo são vendidos globalmente.

Gamepad do Wii U

O anúncio lembra os relativamente recentes Wii Mini e 2DS, que eram versões mais simples e baratas do Wii e 3DS, mas não voltadas para mercados emergentes. No Brasil, nem chegaram a ser lançados.

A intenção é começar no ano que vem a lançar os novos consoles e a gente gosta da ideia. Afinal, sabemos bem como é caro comprar consoles no Brasil – o Wii U, último console da Nintendo, não sai por menos de R$ 1.600; lá fora, dá para comprar por cerca de 300 dólares. Só falta saber se, para nós, a redução do preço não vai esbarrar nos impostos.

Outro plano da Nintendo é investir na produção de merchandising para ser usado in-game, semelhante ao que ocorre com Skylanders ou Disney Infinity: bonequinhos de personagens conhecidos da Nintendo que enviam informações para o jogo por meio de NFC no gamepad do Wii U – mais uma tentativa de emplacar o console, que nunca atingiu suas metas de vendas e é o maior responsável pelos relatórios financeiros pouco animadores da empresa.

Com informações: The Verge