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Quando as tecnologias que estão surgindo agora poderão se tornar populares?

Estudo mostra em quantos anos as novidades tecnológicas que estamos começando a ver agora devem ser financeiramente viáveis

Giovana Penatti

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Em quanto tempo as moedas digitais se tornarão populares? E as conexões 5G? E gadgets como o Google Glass e aqueles que têm sensores biométricos, ou o uso do grafeno, ou interfaces de comunicação entre cérebros e o biohack?

Uma entidade do governo canadense, a Policy Horizons Canada, fez uma previsão de quando as principais novas tecnologias de diferentes áreas (agricultura, neurologia, nanotecnologia, saúde, comunicação e energia) começarão a ser financeiramente viáveis (ou seja, poderão ficar populares). Para isso, eles consultaram especialistas de cada área e falaram com o futurólogo Michell Zappa. O resultado, um estudo chamado MetaScan 3: Emerging Technologies, foi transformado num infográfico para que seja mais fácil visualizar.

O infográfico é enorme, mas o Business Insider o quebrou em partes para facilitar a leitura. Estão todos em inglês, mas não é preciso um grande domínio do idioma para entender. Aqui estão os resultados das áreas de comunicação, energia e nanotecnologia:

Respondendo às perguntas do início do post, as moedas digitais e o 5G devem se popularizar antes de 2018 – ou seja, em menos de cinco anos. Dispositivos como o Google Glass, apesar de não serem muito bem vistos hoje, devem começar a serem populares ficar mainstream logo depois desse ano. Os sensores biométricos, que já estão se popularizando graças à chegada dos smartwatches, são os primeiros a se tornarem financeiramente viáveis: isso já está acontecendo.

Os outros itens estão mais distantes. O grafeno, material muito pequeno e muito resistente com diversas aplicações na tecnologia que está começando a ser utilizado e deve aparecer muito em chips e baterias do futuro, não se tornará popular muito antes de 2025, se o estudo estiver certo. Já o biohack, que é uma tendência bem underground hoje, pode ser viável perto de 2023. E a comunicação direta entre cérebros, que lembra uma telepatia tecnológica, deve chegar um pouco antes de 2028 – que é daqui a apenas 14 anos. Incrível, não?