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Killing Floor: Calamity leva sangue, destruição e experimentos fracassados em humanos para o OUYA

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Se o seu motivo para não ter dado muita importância para o OUYA até agora é que queria um jogo um pouco mais, digamos, pesado, aqui está a solução: uma versão de Killing Floor, chamada Killing Floor: Calamity, foi lançada exclusivamente para o console indie.

No Killing Floor original, o jogador faz parte de um grupo que precisa conter um “vazamento de pessoas” de uma empresa de biotecnologia. Chamada Horzine Biotech, a empresa conduzia testes genéticos e criava clones de pessoas, mas eles foram mal-sucedidos e acabaram resultando nos specimens, seres mais ou menos humanos que se comportam mais ou menos como zumbis e são extremamente hostis e amedrontadoras.

O jogo é de 2009 e, tirando as versões para Mac e Linux, nunca teve outras. Agora, surge a do OUYA, que tem o gameplay um pouco diferente.

Para começo de conversa, o Killing Floor original é em primeira pessoa; no OUYA, é top-down. Nele, também ganha um modo co-op local, caso você tenha dois controles em casa – inclusive, o extra pode ser do PS3, ao qual o jogo tem suporte. Outras novidades de Calamity são os nove mapas criados para a versão e três novas armas, além das já conhecidas do jogo anterior. Ele sai por 15 dólares, mais caro que a média; os jogos indies do console costumam ficar na faixa dos 5 dólares.

Se você não tem um OUYA, esta informação talvez tenha chegado um pouco tarde demais: por conta do lançamento, o site do console vendeu algumas unidades por 60 dólares (o preço normal é de 100 dólares) com o código promocional Calamity. Em todo caso vale lembrar que o OUYA roda Android. Então, quem sabe, no futuro, o jogo esteja disponível para outros devices com esse sistema.

Para ver como o jogo ficou bonito no OUYA – tal qual um jogo bonito de Android, tipo Dead Trigger – veja os screenshots abaixo:

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Igor Pedronni
Vish que bosta isso