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Destrinchando o controle do Xbox One

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O diretor da Xbox Live, Larry Hryb (mais conhecido entre os gamers como Major Nelson), postou em seu blog alguns detalhes a mais sobre o controle do Xbox One e as principais mudanças do modelo do 360 para esse. Algumas já haviam sido comentadas, mas agora as diferenças foram explicadas mais a fundo.

Para o Xbox One, os formatos dos direcionais foram repensados. Os analógicos ficaram menores e com uma textura diferente, mais “contínua” que a do 360, e também estão mais leves: segundo a postagem, vai ser preciso menos força nos dedões, o que deve ajudar nos jogos de tiro e de luta (sendo que o controle do outro console já é bastante confortável e sensível). O novo visual do D-Pad “faz homenagem aos controles antigos” e também oferece mais precisão e ergonomia.

Os triggers e bumpers, que ficam na parte superior (ou frontal, depende de como você vê) do controle, ganharam motorezinhos que farão com que o jogador sinta vibrações direto nos dedos, além de terem ficado maiores. Com o novo design, eles cabem mais naturalmente nas mãos e ficou mais confortável de apertar repetidamente.

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Os botões de ação, A, B, X e Y, são um pouco mais rasos e com menos espaço entre um e outro para facilitar o caminho do polegar na hora de jogar. Além disso, o botão Xbox, aquele redondo com a logomarca do videogame, mudou de lugar para liberar espaço.

Quanto à bateria, agora ficará alocada dentro do controle, dispensando aquele quadradão pendurado igual ao do Xbox 360. Se ficar sem carga, dá para utilizar o controle conectado no console por um cabo microUSB.

Além disso, o controle entende quando o usuário não está jogando – por exemplo, quando assiste um filme (TV!) ou vai para longe, e entra num modo de economia de energia. Algo parecido acontece no Xbox 360: quando fica muito tempo sem uso, ele desliga sozinho.

Também dá para economizar bateria conectando o controle com um cabo microUSB no console. Sem fio, ele se comunica com o Xbox One via infravermelho com uma “tecnologia reflexiva invisível” e LED e permite ao Kinect identificar, por exemplo, se o jogador mudou de posição no sofá em um jogo multiplayer. Assim, a tela também muda – a Sony prometeu a mesma coisa no PS4.

Na semana que vem, estaremos na E3 e conseguiremos colocar as mãos no controle e ver quais as mudanças que, de fato, fazem a diferença no novo modelo.