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A KingoLabs, empresa criadora do encurtador de URLs brasileiro Migre.Me, revelou nessa segunda-feira (31) mais uma ferramenta para ser usada em conjunto com o microblog Twitter: o Twitted.me, que é “uma ferramenta de cadastro colaborativo de spammers, associada a uma vacina anti-spam” de acordo com a descrição no site.

Ele funciona da seguinte maneira: ao fazer login no site utilizando o método de autenticação OAuth (mais seguro do que usar login e senha do Twitter), o Twitted.me bloqueia automaticamente, na conta do usuário logado, todos os spammers contidos na lista negra cadastrada no site. Isso impede que esses spammers sigam quem for ‘vacinado’ pela ferramenta e também exclui da lista de followers aqueles que já seguiram. Ela também bloqueia cada novo username inserido na lista negra (daí a analogia com a vacina) em todas as contas dos cadastrados no site.

Existem dois métodos para que um username seja incluído na lista negra: através de direct message para o usuário @spammermaldito ou pelo campo próprio na home do Twitted.me. Em ambos os métodos, o username passa por três filtros automáticos e ultra-secretos antes de ser considerado spammer e inserido na lista negra. Se o username for liberado nos três filtros mas for muito denunciado pelos usuários da ferramenta, um filtro manual entra no lugar para julgar se ele deve ir para a lista ou não.

Jonny Ken, desenvolvedor da ferramenta e diretor de projetos da Kingo Labs, não revela se os filtros têm pesos diferentes ou não. Aliás, se revelasse, estaria dando de graça o peça principal do seu projeto que, ele diz, tem apenas 1 hora de vida. O Twitted.me ainda está em fase de testes, mas já conta com 113 usuários cadastrados e 88 spammers na blacklist no momento da digitação deste post.

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