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Chefe de segurança do Android diz que ataques a dispositivos móveis vão aumentar

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Android: o próximo alvo.

Android: o próximo alvo.

Por que o Windows é o principal alvo de aplicativos maliciosos? A maioria dos analistas concorda que isso acontece porque o sistema operacional da Microsoft ainda é o mais usado no mundo. Mas as previsões do chefe de segurança do Android não são nada boas com relação à segurança dos dispositivos móveis.

Rich Cannings, que gerencia a equipe de segurança da plataforma móvel, disse que sistemas operacionais de smartphones se tornarão objetivos dos cibercriminosos no futuro. Com a popularização desses aparelhos, que custam cada vez mais barato (o iPhone sai nos Estados Unidos por US$ 99, com contrato de dois anos), crackers passarão a desenvolver com mais frequência códigos maliciosos que explorem falhas nesses sistemas.

O próprio Android, do Google, pode ser um dos alvos. Uma vez que utiliza componentes de código aberto, poderia se tornar uma “epifania para autores de malware”, nas palavras de Cannings. A equipe gerenciada por ele criou “potes de mel” (honeyspots; computadores propositalmente desprotegidos) para detectar aplicativos problemáticos que tentem ser aceitos no Android Maket, a central de aplicativos do sistema.

Também foi preciso modificar a forma como o Linux por trás do Android funciona. Cada aplicativo roda de forma independente, no que desenvolvedores chamam de “caixas de areia” (sandboxes). São como máquinas virtuais, que isolam o aplicativo caso ele dê problema, de modo a não comprometer o sistema por completo.

A Apple seria uma das menos afetadas por aplicativos maliciosos. Uma vez que controle cada app que entra na App Store de forma espartana, consegue impedir que malwares desenvolvidos por crackers entrem na loja. [ComputerWorld]

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